Ant-Man and the Wasp: Quantumania marca o início da Fase 5 da MCU (Marvel Cinematic Universe) e a introdução do vilão da Multiverse Saga – Kang, the Conqueror.
Após os eventos de Avengers: Endgame, Scott Lang é visto como um Avenger que salvou o mundo, te uma vida estável, com Hope van Dyne e a sua filha Cassie e, escreveu um livro, uma espécie de auto-biografia, chamado “Look Out for the Little Guy”.
O terceiro filme de Ant-Man marca o regresso de actores já conhecidos da franquia, tais como, Michael Douglas no papel de Hank Pym, Michelle Pfeiffer no papel de Janet van Dyne, e Evangeline Lilly no papel de Hope van Dyne. Kathryn Newton junta-se ao elenco como Cassie Lang, depois do polémico anúncio de casting para a personagem. O nosso vilão é interpretado por Jonathan Majors, que regressa a um projecto da Marvel, depois de se destacar como He Who Remains, no final de Loki, série da Disney+.

Sinopse:
Scott Lang e Hope van Dyne regressam para continuar as suas aventuras como Ant-Man e The Wasp. Juntos, com os pais de Hope, Hank Pym e Janet van Dyne, e a filha de Scott, Cassie Lang, a família explora o Quantum Realm, interagindo com novas criaturas estranhas e embarca numa aventura que os irá levar para além dos limites do que pensavam ser possível.
O filme passa logo à acção e transporta-nos quase de imediato para o Quantum Realm. Scott descobre que a sua filha tem vindo a trabalhar secretamente com Hank e Hope, num aparelho que transmite sinais para o Domínio Quântico, com o intuito de mapear o reino mas, numa tentativa de demonstração ao pai, o aparelho deixa de funcionar e abre um portal directamente para lá, levando as famílias Lang e Pym-van Dyne.

Ant-Man 3 é um filme que, apesar de não ter o tom cómico dos seus antecessores, diverte-nos. A comédia existe em menor proporção e dá lugar à acção e a momentos bem dramáticos. Os efeitos visuais não são os melhores, mas a evolução de muitas produções da Fase 4 para este filme, é notória. A personagem M.O.D.O.K., que é introduzida pela primeira vez aqui, está bem conseguida, excepto quando existem momentos de comic relief, e se torna uma personagem bidimensional, com um CGI horrível, capaz de produzir pesadelos. O argumento é bastante genérico, com algumas flutuações capazes de divertir e tocar o espectador, especialmente quando nos focamos em Scott Lang e em Kang. Jonathan Majors continua a trazer-nos uma interpretação brilhante de Kang, the Conqueror, contribuindo para se tornar o melhor vilão de sempre da MCU.

Ant-Man and the Wasp: Quantumania é uma boa introdução À Fase 5, mas não é o filme mais adequado para a introdução do vilão da Multiverse Saga. Não deixa de ser um feel good movie e, essencial para a história que se avizinha.
NOTA FINAL: 14.5
Argumento: 3/5
Música: 4.5/5
Interpretações: 4/5
Efeitos Visuais: 3/5

Deixe um comentário